Mosaic Fertilizantes do Brasil S/A
 Home  
Mosaic Fertilizantes do Brasil S/A







































Como deseja ser tratado?
Sr.
Sra.
Você
Nome/Nr.Chamado:


Usuário: 
Senha: 
Esqueceu sua senha?
-ECONOMIA: AJUSTE FISCAL PODE REPRESENTAR R$ 103 BI A MAIS NO PIB DO RS
 
 
17/09  - 16:43

SAFRAS (17) - O secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Aod Cunha de Moraes Júnior, disse que o Rio Grande do Sul poderá ganhar, a partir do novo orçamento, um incremento de até R$ 103 bilhões no PIB de 2028. Aod, que falou no Tá na Mesa da Federasul, esclareceu que este cálculo foi projetado mediante a prática de um ajuste fiscal rígido, a partir da anulação do déficit do Estado, previsto para 2010. De acordo com o secretário, a projeção acontece com base no cumprimento das metas estabelecidas no ano passado, com a redução do déficit público que, diminuído de R$ 2,4 bilhões para R$ 1,2 bilhões em dezembro de 2007, deve chegar a R$ 300 milhões em 2008 e ser zerado em dezembro de 2009. As metas foram divulgadas nesta semana durante o anúncio do orçamento para 2009, feito pela governadora Yeda Crusius. "Outra etapa também estabelecida pelo governo é recuperar a capacidade de investimento e igualá-la à de São Paulo, que é de 10%, em 2010", lembrou o secretário, enfatizando que para este ano, a meta é de 3% e no que vem, 7,5%. Mantendo o ajuste das contas, o secretário da Fazenda estimou um crescimento do PIB que ultrapassa a média nacional entre 1% e 1,5%, possibilitando, no primeiro caso, um incremento de R$ 66 bilhões além do crescimento projetado de R$ 399 bilhões sem o ajuste. No segundo caso, o incremento chegaria a R$ 103 bilhões, alcançando um PIB de R$ 502 bilhões. "Na projeção do emprego, aos 13,6 milhões de postos previstos para 2028 seriam acrescidos de mais 2,2 milhões de postos com 1% além da média e mais 3,5 milhões, com 1,5%", calculou Cunha. Para o ajuste, foram consideradas as medidas apontadas pelo secretário como desafios para a redução déficit, como a redução de custos da provisão de bens e serviços e a melhora da composição do gasto público para estimular o crescimento do Estado. "Além da redução de gastos, como a racionalização do consumo de água nas escolas, por exemplo, o fato de estar pagando nossos fornecedores em dia fez com que pagássemos valores até 80% menores. Isso também fez com que a oferta de licitantes para serviços crescesse 50%, possibilitando que possamos adquirir mais, gastando menos", explicou. Aod Cunha também apontou os investimentos privados como fator determinante para o desenvolvimento do Estado e o aumento da arrecadação, previsto, para até 2011, em um montante de R$ 31 bilhões investidos de forma regionalizada, tomando como exemplo os R$ 12,79 referentes a celulose, papel e silvicultura, concentrados principalmente na Metade Sul gaúcha. Além do cumprimento das metas estabelecidas pela Secretaria do Tesouro Nacional para todos os Estados, o Rio Grande do Sul deve, ainda, cumprir outros objetivos até o fim de 2008, como o pagamento em dia da folha do funcionalismo, a reposição dos fundos previdenciários, a redução do financiamento para o 13 salário e a reestruturação da dívida extralimite, por meio do empréstimo de US$ 1,1 bilhão aprovada pelo Banco Mundial. Antes de receber o secretário da Fazenda, o presidente da Federasul, José Paulo Dornelles Cairoli, falou sobre a importância da aprovação do Simples Gaúcho, lembrando sua abrangência em relação ao universo das micro e pequenas empresas do Estado. Disse que "a Federasul lutou pela necessidade da retomada do Simples" e cumprimentou os deputados pela compreensão do tema, aprovado por unanimidade na Assembléia Legislativa. As informações são da assessoria de Imprensa da Federasul. (VA)